Apresentação do Cordel Jeito diferente de falar

domingo, 20 de maio de 2018

quarta-feira, 16 de maio de 2018

TRABALHO ESCRAVO



A história da escravidão
Vem desde a antiguidade
Mas permanece até hoje
Com tamanha crueldade
Ainda que diferente
Corrói a dignidade.

Não existem mais senzalas
Tronco e corrente a mão
mais permanece ainda
A terrível opressão
Que mancha a humanidade
Com a mesma exploração.

De uma forma sorrateira
A exploração disfarçada
Não há troncos e correntes
Mas continua atrelada
A cruel exploração
E a mão de obra forçada.

Fere os direitos humanos
Nega a constituição
Quem esse crime comete
Merece ter punição
Ser julgado pela lei
E condenado a prisão.

Segundo o código penal
São infrações trabalhistas
Essa forma de trabalho
Análogo ao escravista
Prática de exploração
Da classe capitalista.

Na contra da justiça
Numa prática adversa
O homem fica oprimido
Nessa penúria perversa
Sendo o mesmo aliciado
E aprisionado por promessas.

São fortes os elementos
Da terrível exploração
Configurando o trabalho
Que é igual à escravidão
Com as jornadas exaustivas
E as dívidas ao patrão...

A nova forma escravista
No campo ou na cidade
Seja em qualquer lugar
É uma atrocidade
Vergonha e desrespeito
Também desonestidade.

As jornadas exaustivas
É sinal de escravidão
Fiquemos sempre alerta
Em qualquer situação
Há lei é pra se cumprir
Não é pra violação

Essa forma de trabalho
Com jornadas exaustivas
Com alimentação precária
E vigilância ostensiva
São condições subumanas
Duras práticas abusivas.

Foi no século dezenove
A famosa abolição
Assinou-se a lei Áurea
E a falsa libertação
pois até hoje perdura
vergonhosa escravidão.

Fiquemos de olhos abertos
no combate a escravidão
Vamos unir nossas forças
Para a erradicação
A essa prática nefasta
Vamos todos dar um não!


Juarês Alencar Pereira
Gerência de Cultura- Seduc

domingo, 13 de maio de 2018

Mães - 2018

Coração de mãe é tão grande
Pois cabe sempre mais um
Acolhe bem a todos
Sem esquecer de nenhum...


Na gravidez tudo muda
É uma grande agonia
A barriga cresce muito
Parece uma melancia...


Mãe é um pouco de tudo
Tem utilidades mil
Quebra o galho da família
Em casa vira Bombril...


Não entendo alguns filhos
Com atitudes grosseiras
Esses tais são os chamados
De filhos de chocadeiras...


As mães passam nove meses
Com a barriga tamanha
Mas quando dão a luz
Quem ganha fama é a cegonha.


As mães pagam os micos
São aquelas ditas cujas
acham os filhos feios bonitos
São as doces mães corujas...

Assim como o pelicano
Com o seu peito a rasgar
Fere o seu próprio corpo
Pros filhos alimentar.


Mães são todas iguais
Só mudam nome e endereço
Por isso que seu amor
Ninguém calcula o preço...


Mães são como muralhas
Fortalezas de suas casas
Quer sempre os filhos seus
Debaixo das suas asas...


As mães não podiam morrer
Deviam ser mesmo eternas
E com o jeitinho brasileiro
Na morte passar as pernas...


Às mães o nosso afeto
Também nossa gratidão
A vocês nosso carinho
Amor e admiração...

Juarês Alencar Pereira.

quarta-feira, 25 de abril de 2018

segunda-feira, 23 de abril de 2018

Gratidão Pela Homenagem No Desfile Cívico Do Aniversário Da Cidade De Colinas Do Tocantins.



Em 21 de Abril de 2018, a cidade de Colinas completou 58 anos de fundação e no desfile cívico tive o privilégio de ser lembrando como uma das pessoas que fizeram e fazem história, graças ao reconhecimento do meu trabalho como professor e cordelista. Essa cidade também faz parte da minha história e das minhas conquistas. Obrigado Colinas!