Apresentação do Cordel Jeito diferente de falar

segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

PRODUÇÃO DE LITERATURA DE CORDEL DOS ALUNOS DO GRUPO DE CORDELISTA DE COLINAS



O encontro do grupo de Cordelista de colinas do mês de novembro foi um sucesso com a participação significativa dos alunos membros. Trabalhamos com a temática da semana da consciência negra.

HOMENAGEM DA ALUNA RENATA AO
CORDELISTA JUARÊS

Colinense de coração
Pernambucano chamado
Professor de história
E cordelista formado.

Um homem de sabedoria
E com enorme coração
Querido por muita gente
Que por ele tem afeição.

Professor excelente
É Juarez Alencar
Cordelista de primeira
Que sabe nos alegrar.

Criou várias obras
Que em Colinas estar
Espalhadas nas escolas
Para nos orientar.

Nas palavras te agradeço
E posso sim te dizer
Deus que te ilumine sempre
Para as suas obras fazer.

Eu venho te agradecer
E com garra vou falar
A você muito obrigada
Professor Juarês Alencar.

Autora:Renata,9º ano.

Dia da Consciência Negra

Data sempre lembrada
Por toda esta nação
Que enaltece a Zumbi
Líder da libertação
Este grande brasileiro
Lutou contra a escravidão.

Deixou seu nome na história
Jamais será esquecido
Lutou com todas as forças
E sempre foi destemido
Defendeu todo o seu povo
Que vivia oprimido.

O quilombo dos palmares
Foi palco da resistência
Reunindo os fugitivos
Tomando as providências
E hoje o Brasil celebra
O dia da consciência.

Data significativa
De luta e reflexão
O povo negro celebra
Sua auto-afirmação
Quebremos os preconceitos
E não a discriminação.

Juarês Alencar Pereira.



RACISMO NÃO!

O dia vinte de novembro
É dia de se festejar
A memória do zumbi
Temos que recordar

Não podemos nos esquecer
Dos negros das senzalas
O racismo que temos
Isso não abre alas

Os tempos vão e voltam
E sempre há preconceito
Nunca podemos julgar
E nem agir desse jeito

Anestor – 9º ano B
Esc. Est. Ernesto Barros.


CONSCIÊNCIA NEGRA

Dia vinte de novembro
É grande a celebração
Para os afro-brasileiros
Tudo é comemoração.

Vamos sim deixar de lado
Todos os nossos conceitos
Misturando-se as cores
Para não ter preconceitos.

Sem  vergonha de falar
Sou uma afro-descendente
Com origem e tradição
Vindas dos antecedentes.

Dessa mistura das raças
Vamos nós observar
Que todos os brasileiros
Não podem dela escapar.

Brasileiro sem cerimônia
Já chega logo falando
Que é afro-descendente
E vive se orgulhando.

Renata – 9º ano B.