quinta-feira, 17 de maio de 2018
quarta-feira, 16 de maio de 2018
TRABALHO ESCRAVO CONTEMPORÂNEO
A
história da escravidão
Vem desde a antiguidade
Mas permanece até hoje
Com tamanha crueldade
Vem desde a antiguidade
Mas permanece até hoje
Com tamanha crueldade
Ainda que
diferente
Corrói a
dignidade.
Não existem
mais senzalas
Tronco e
corrente a mão
mais permanece ainda
mais permanece ainda
A
terrível opressão
Que
mancha a humanidade
Com a
mesma exploração.
De uma forma sorrateira
A exploração disfarçada
Não há troncos e correntes
Mas continua atrelada
A cruel exploração
E a mão de obra forçada.
Fere os direitos humanos
Nega a constituição
Quem esse crime comete
Merece ter punição
Ser julgado pela lei
E condenado a prisão.
Segundo o
código penal
São
infrações trabalhistas
Essa
forma de trabalho
Análogo
ao escravista
Prática
de exploração
Da classe
capitalista.
Na contra
da justiça
Numa
prática adversa
O homem
fica oprimido
Nessa
penúria perversa
Sendo o
mesmo aliciado
E
aprisionado por promessas.
Da
terrível exploração
Configurando
o trabalho
Que é
igual à escravidão
Com as
jornadas exaustivas
E as
dívidas ao patrão...
A nova forma escravista
No campo ou na cidade
Seja em qualquer lugar
É uma atrocidade
Vergonha e desrespeito
Também desonestidade.
As jornadas exaustivas
É sinal de escravidão
Fiquemos sempre alerta
Em qualquer situação
Há lei é pra se cumprir
Não é pra violação
A nova forma escravista
No campo ou na cidade
Seja em qualquer lugar
É uma atrocidade
Vergonha e desrespeito
Também desonestidade.
As jornadas exaustivas
É sinal de escravidão
Fiquemos sempre alerta
Em qualquer situação
Há lei é pra se cumprir
Não é pra violação
Essa
forma de trabalho
Com jornadas exaustivas
Com alimentação precária
E vigilância ostensiva
São condições subumanas
Duras práticas abusivas.
Foi no século dezenove
A famosa abolição
Assinou-se a lei Áurea
E a falsa libertação
pois até hoje perdura
vergonhosa escravidão.
Fiquemos de olhos abertos
no combate a escravidão
Com jornadas exaustivas
Com alimentação precária
E vigilância ostensiva
São condições subumanas
Duras práticas abusivas.
Foi no século dezenove
A famosa abolição
Assinou-se a lei Áurea
E a falsa libertação
pois até hoje perdura
vergonhosa escravidão.
Fiquemos de olhos abertos
no combate a escravidão
Vamos
unir nossas forças
Para a
erradicação
A essa prática
nefasta
Vamos
todos dar um não!
Juarês Alencar Pereira
Juarês Alencar Pereira
Gerência
de Cultura- Seduc
domingo, 13 de maio de 2018
Mães - 2018
Coração de mãe é tão grande
Pois cabe sempre mais um
Acolhe bem a todos
Sem esquecer de nenhum...
Na gravidez tudo muda
É uma grande agonia
A barriga cresce muito
Parece uma melancia...
Mãe é um pouco de tudo
Tem utilidades mil
Quebra o galho da família
Em casa vira Bombril...
Não entendo alguns filhos
Com atitudes grosseiras
Esses tais são os chamados
De filhos de chocadeiras...
As mães passam nove meses
Com a barriga tamanha
Mas quando dão a luz
Quem ganha fama é a cegonha.
As mães pagam os micos
São aquelas ditas cujas
acham os filhos feios bonitos
São as doces mães corujas...
Assim como o pelicano
Com o seu peito a rasgar
Fere o seu próprio corpo
Pros filhos alimentar.
Mães são todas iguais
Só mudam nome e endereço
Por isso que seu amor
Ninguém calcula o preço...
Mães são como muralhas
Fortalezas de suas casas
Quer sempre os filhos seus
Debaixo das suas asas...
As mães não podiam morrer
Deviam ser mesmo eternas
E com o jeitinho brasileiro
Na morte passar as pernas...
Às mães o nosso afeto
Também nossa gratidão
A vocês nosso carinho
Amor e admiração...
Juarês Alencar Pereira.
Pois cabe sempre mais um
Acolhe bem a todos
Sem esquecer de nenhum...
Na gravidez tudo muda
É uma grande agonia
A barriga cresce muito
Parece uma melancia...
Mãe é um pouco de tudo
Tem utilidades mil
Quebra o galho da família
Em casa vira Bombril...
Não entendo alguns filhos
Com atitudes grosseiras
Esses tais são os chamados
De filhos de chocadeiras...
As mães passam nove meses
Com a barriga tamanha
Mas quando dão a luz
Quem ganha fama é a cegonha.
As mães pagam os micos
São aquelas ditas cujas
acham os filhos feios bonitos
São as doces mães corujas...
Assim como o pelicano
Com o seu peito a rasgar
Fere o seu próprio corpo
Pros filhos alimentar.
Mães são todas iguais
Só mudam nome e endereço
Por isso que seu amor
Ninguém calcula o preço...
Mães são como muralhas
Fortalezas de suas casas
Quer sempre os filhos seus
Debaixo das suas asas...
As mães não podiam morrer
Deviam ser mesmo eternas
E com o jeitinho brasileiro
Na morte passar as pernas...
Às mães o nosso afeto
Também nossa gratidão
A vocês nosso carinho
Amor e admiração...
Juarês Alencar Pereira.
quarta-feira, 25 de abril de 2018
segunda-feira, 23 de abril de 2018
Gratidão Pela Homenagem No Desfile Cívico Do Aniversário Da Cidade De Colinas Do Tocantins.
Em 21 de Abril de 2018, a cidade de Colinas completou 58 anos de fundação e no desfile cívico tive o privilégio de ser lembrando como uma das pessoas que fizeram e fazem história, graças ao reconhecimento do meu trabalho como professor e cordelista. Essa cidade também faz parte da minha história e das minhas conquistas. Obrigado Colinas!
O Cordel Pluralidade Cultural nos Livros Ditáticos.
A editora Moderna publicou no livro didático de Geografia do 5º ano, o Cordel Pluralidade Cultural de minha autoria. Fico feliz em ver o meu trabalho ganhando dimensão nacional. Tudo isso só foi possível por meio desse blog, que têm dado tamanha visibilidade as minhas produções, que vêm ganhando espaço nas escolas, universidades, etc. Esse não é o primeiro e nem será o último... O CEMPEC de SP também já publicou um outro cordel conhecido, "Africa de todos nós" em seu material didático e brevemente será publicado pela Moderna o Cordel "Pluralidade Cultural" nos Livros de História .
domingo, 22 de abril de 2018
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